
O Secretário Regional da Economia defendeu esta sexta feira que é “na confluência de interesses e de intenções construtivas entre entes públicos, o Governo, a administração indirecta, os municípios, as associações representativas dos empresários em salientar o melhor que temos, que estão muitas das condições para ultrapassar a conjuntura que vivemos”.
Vasco Cordeiro, que falava na cerimónia de abertura da Feira Lar, Campo e Mar, a decorrer nas Portas do Mar, considerou, por isso, esta iniciativa da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada, um exemplo de que “o conjunto de medidas e de acções que têm vindo a ser desenvolvidas e colocadas em prática pelo Governo têm resposta quer da parte dos empresários, quer das suas associações representativas, no sentido de utilizar e aproveitar todos esses mecanismos”.
Para o Secretário Regional da Economia a actual conjuntura “exige o melhor do nosso esforço e o melhor da nossa capacidade de concertação e de coordenação de medidas”, motivo pelo qual foi com satisfação que verificou que “da parte da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada há uma consciência muito clara e muito nítida quanto a uma responsabilidade partilhada na ultrapassagem desta situação”.
Vasco Cordeiro advogou ainda que a necessidade de um esforço partilhado por todos resulta igualmente do facto de existir “um espaço a partir do qual o Governo não pode nem deve intervir. A partir daí o sucesso ou o insucesso prende-se com a competência, a criatividade e o espírito de persistência dos empresários”.
“Até onde o governo pode ir, o governo aí estará criando melhores condições para os nosso empresários”, garantiu o Secretário Regional da Economia, salientando que “nos mais variados sectores, desde as questões das acessibilidades, à questão do enquadramento legislativo que regula o comércio e a indústria” está a decorrer “um conjunto de reforma de diversos instrumentos legislativos” uma vez que “esses também podem contribuir para darem um sinal claro e para conseguir resultados objectivos de melhoria das condições de funcionamento das nossas empresas e de melhor funcionamento da nossa economia”.
“Temos nas mais diversas áreas de regulação trabalho que está a ser desenvolvido no sentido de garantir que, quer no âmbito industrial, quer da restauração, do comércio, quer do turismo, os Açores tenham, porque só assim é que faz sentido a Autonomia, as melhores condições para ser competitivos”.
GaCS/NM
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