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quinta-feira, 15 de abril de 2010

Presidente do Governo reconhece a Fundação do Jardim José do Canto



O Presidente do Governo dos Açores, Carlos César, decidiu reconhecer a Fundação do Jardim José do Canto, uma pessoa colectiva de direito privado com sede na freguesia de S. Sebastião, concelho de Ponta Delgada, ilha de S. Miguel.

Nos termos da lei, as fundações adquirem personalidade jurídica pelo reconhecimento, o qual é individual e da competência da autoridade administrativa.

Num Despacho hoje publicado em Jornal Oficial, Carlos César justifica a sua decisão com o facto daquela fundação “ prosseguir um fim considerado de interesse social e que os bens afectos à mesma mostram-se suficientes para a prossecução do fim visado”.

Argumenta ainda que a constituição de fundações na Região “assume um papel primordial na vida cultural, económica, social e institucional, colmatando necessidades colectivas e sectoriais normalmente associadas ao interesse público”.

A fundação agora reconhecida pelo Presidente do Governo tem por fim a manutenção, conservação e desenvolvimento do Jardim José do Canto, classificado como imóvel de interesse público em 1995, e dos imóveis nele existentes, designadamente o Palácio do Jardim, o Pavilhão Ex-Estufa, os Monumentos a José do Canto e a El-Rei Dom Carlos e a Capela de Sant’Ana, classificada especificamente como imóvel de interesse público em 1984.

Visa também o patrocínio de acções de natureza científica relacionadas com o estudo dos jardins históricos, a organização ou patrocínio de actividades de natureza cultural, a manutenção da Biblioteca e do Arquivo existentes no Palácio do Jardim José do Canto e a realização, promoção ou patrocínio de conferências, seminários e colóquios relacionados com o estudo dos jardins botânicos e história dos Açores.


GaCS/FG

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Direcção Regional da Cultura assina protocolo com Fundação Medeiros e Almeida



O Director Regional da Cultura, Jorge Paulus Bruno, em representação do Governo dos Açores, procederá à assinatura de um protocolo com a Fundação Medeiros e Almeida, no próximo dia 15 de Abril. A sessão, que ocorrerá nas instalações desta Fundação, em Lisboa, contará também com a presença do Presidente do Conselho de Administração, Dr. João Oliveira da Silva, que outorgará o protocolo por parte da Fundação.

O objectivo deste protocolo é o acolhimento recíproco, pela Direcção Regional da Cultura e pela Fundação Medeiros e Almeida, de eventos culturais anualmente organizados pelas duas entidades, nomeadamente a apresentação de acervos das colecções da referida Fundação nos museus dos Açores, assim como actividades no âmbito das artes.

Por seu lado, considerando que para o desenvolvimento da produção e criação cultural é fundamental conciliar esforços tendentes à sua divulgação, a Direcção Regional da Cultura conta, com esta cooperação, partilhar e facultar o acesso das actividades que promove a públicos mais vastos e diversificados, como aqueles que visitam a Casa-Museu da Fundação Medeiros e Almeida.

Para o Director Regional da Cultura “a celebração deste protocolo é mais um instrumento de que a Região passa a dispor tendo em vista possibilitar uma maior e mais abrangente divulgação e presença da cultura Açoriana no exterior.”

A Fundação Medeiros e Almeida foi criada em 1973, com o nome do seu fundador, tem sede na casa que habitou em Lisboa durante 30 anos e expõe uma notável colecção de obras de arte adquiridas ao longo da sua vida. Do espólio constam colecções de pintura, escultura, mobiliário, cerâmica, ourivesaria, arte sacra e porcelana, num total de cerca de 9 000 peças.

A relevante actividade de divulgação e apoio às artes, assim como a atribuição de bolsas de estudos a estudantes açorianos totalmente suportadas pela Fundação, através de um conselho que integra também a Secretaria Regional da Edução e Formação do Governo dos Açores e a Universidade dos Açores, conferiu à Fundação Medeiros e Almeida o prestígio de uma entidade de reconhecido mérito no âmbito do conhecimento e da cultura.

António Medeiros e Almeida nasceu em Lisboa em 1895, filho de pais açorianos. Viveu naquela cidade até 1920, altura em que partiu para a Alemanha para estudar gestão e contabilidade. Regressado a Lisboa, inicia-se no mundo empresarial, ao qual se dedicou com todo o dinamismo, tornando-se rapidamente num bem sucedido homem de negócios, tendo as suas actividades sido repartidas por vários sectores da economia nacional.

António Medeiros e Almeida deixou a Portugal um legado que a Fundação tem dinamizado e valorizado ao longo dos anos e que, com o protocolo de cooperação que agora será assinado, se estreita em relações de partilha com os Açores.


GaCS/SF/DRaC

quinta-feira, 18 de março de 2010

Projectos açorianos seleccionados para prémio da Fundação Ilídio Pinho recebem 500 euros




Os únicos dois projectos açorianos seleccionados pela Fundação Ilídio Pinho para o prémio “Ciência na Escola” receberam hoje 500 euros para por em marcha uma investigação sobre a catástrofe natural ocorrida no concelho da Praia da Vitória em Dezembro.

Perante alunos do Pré-escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico da EB1/JI Professor Maximino F. Rocha, na Terceira, foram entregues os respectivos diplomas de mérito e os cheques do Banco Espírito Santo dos Açores (BESA) a uma das professoras coordenadoras, em virtude da outra estar doente.
“Quem faz a chuva?” é a pergunta que os alunos do pré-escolar da Terra Chã vão procurar responder nos próximos meses, sob a coordenação de Maria da Conceição Godinho, através de filmagens, fotografias e construção de um terrário, entre outras actividades.

Já as turmas do 1º ciclo do Ensino Básico, da mesma escola, mas sob a coordenação de Anabela Santos, pretendem perceber qual é a causa das inundações ocorridas na freguesia da Agualva a 15 de Dezembro, daí o nome do projecto “A água e o tempo”.

O primeiro projecto foi contemplado com 200 euros e o segundo com 300 euros, verbas que vão agora permitir adquirir mais material e levar a cabo toda a investigação para dar seguimento às respectivas candidaturas.

Para o Governo Regional esta distinção é demonstrativa do empenho dos professores e alunos açorianos em participar em projectos inovadores, que estimulam a vontade de aprender e querer saber mais.

Em Maio todos os candidatos ao prémio da fundação devem apresentar um relatório final de execução do respectivo projecto para que em Junho o júri nacional reúna e escolha os grandes vencedores nas quatro categorias (do Pré-escolar ao Secundário).
O valor global do prémio final a dividir pelas quatro categorias atinge os 100 mil euros.

O prémio da Fundação Ilídio Pinho, que já vai na oitava edição, visa estimular o interesse das crianças e jovens de todos os níveis de ensino pela Ciência e Tecnologia, através do apoio ao desenvolvimento de projectos inovadores de educação/formação.

Os projectos seleccionados, a funcionar como uma extensão dos programas curriculares, deverão ter um carácter eminentemente prático, permitindo que os estudantes sejam envolvidos em experiências e trabalhos de grupo que lhes permitam conhecer e apreciar a importância do conhecimento científico.



GaCS/RM

quarta-feira, 17 de março de 2010

Fundação Ilídio Pinho distingue dois projectos açorianos de investigação



As professoras coordenadoras dos dois projectos açorianos seleccionados, em Janeiro, pelo júri do prémio “Ciência na Escola”, da Fundação Ilídio Pinho, recebem quinta-feira um diploma de mérito e dinheiro para pôr em marcha a investigação.

A cerimónia decorre pelas 9:30 na Escola da Terra Chã, na ilha Terceira e vai contar com representantes da Direcção Regional da Educação e Formação, do Banco Espírito Santo (BES), da própria Fundação Ilídio Pinho e do presidente do Conselho Executivo da Tomás de Borba.

O prémio da Fundação Ilídio Pinho, que já vai na oitava edição, visa estimular o interesse das crianças e jovens de todos os níveis de ensino pela Ciência e Tecnologia, através do apoio ao desenvolvimento de projectos inovadores de educação/formação.

Os projectos seleccionados, a funcionar como uma extensão dos programas curriculares, deverão ter um carácter eminentemente prático, permitindo que os estudantes sejam envolvidos em experiências e trabalhos de grupo que lhes permitam conhecer e apreciar a importância do conhecimento científico.

Ambos os projectos açorianos seleccionados estão directamente relacionados com a catástrofe natural ocorrida no concelho da Praia da Vitória em Dezembro devido à chuva.

“Quem faz a chuva?” é a pergunta que os alunos do pré-escolar da EB1/JI Prof. Maximino F. Rocha vão procurar responder nos próximos meses, sob a coordenação de Maria da Conceição Godinho, através de filmagens, fotografias e construção de um terrário, entre outras actividades.

Já as turmas do 1º ciclo do Ensino Básico, da mesma escola, mas sob a coordenação de Anabela Santos, pretendem perceber qual é a causa das inundações ocorridas na freguesia da Agualva a 15 de Dezembro, daí o nome do projecto “A água e o tempo”.

O concurso, cujo tema deste ano é “Artes da Física”, compreende quatro escalões, abrangendo alunos do pré-escolar ao secundário.

Para por em marcha os projectos seleccionados na primeira fase do concurso a Fundação Ilídio Pinho, conjuntamente com o Ministério da Educação e o Banco Espírito Santo (BES) atribuem 200 euros aos alunos do pré-escolar e 300 euros aos do 1º ciclo do Ensino Básico.

Em Maio todos os candidatos devem apresentar um relatório final de execução do respectivo projecto para que em Junho o júri nacional deste prémio reúna e escolha os grandes vencedores nas quatro categorias.

O valor global do prémio final a dividir pelas quatro categorias atinge os 100 mil euros.


GaCS/RM

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Governo aposta em parceria com a Fundação Luso-Americana para iniciativas estratégicas para a Região



O subsecretário regional dos Assuntos Europeus e Cooperação Externa realçou, hoje, “o empenhamento do Governo dos Açores em continuar o trabalho de parceria com a Fundação Luso-Americana no aprofundamento de iniciativas estratégicas para os Açores, no âmbito, por exemplo, da formação de quadros, da projecção externa da Região, bem como das suas instituições e cidadãos, e, ainda, na promoção de intercâmbios com instituições americanas”.

Rodrigo Oliveira falava, em representação do Presidente do Governo, na sessão de encerramento e entrega de diplomas do curso “Liderança para o Século XXI”, organizado pelo Governo dos Açores e pela Fundação Luso-Americana e ministrado pela John Kennedy School of Governement da Universidade de Harvard.

“Esta estratégia corresponde, aliás, à materialização da função e papel primordial da Fundação Luso-Americana como parceiro essencial no fomento da cooperação entre Portugal e os Estados Unidos, muito em particular, através de projectos com incidência e a participação dos Açores, da qual a presente iniciativa é, claramente, um exemplo de sucesso” afirmou o subsecretário regional dos Assuntos Europeus e Cooperação Externa.

Na sessão, interveio também o Director Regional do Trabalho e Qualificação Profissional, que salientou a importância deste curso de excelência, dirigido a executivos de topo regionais e nacionais, no âmbito da estratégia do Governo dos Açores de investimento nos Recursos Humanos da Região, desde a formação inicial de jovens à qualificação de activos, passando pela reconversão de licenciados.

Rui Bettencourt sublinhou ainda o facto de, precisamente, ter sido o Presidente americano John F. Kennedy o primeiro político a utilizar a expressão “recursos humanos”, quando afirmou, em 1961, num discurso que ficaria célebre no contexto da competição com os soviéticos para chegar aquele satélite da Terra: “ Nós chegaremos à Lua porque temos os melhores Recursos Humanos”, dando assim relevância e primazia ao factor humano no desenvolvimento.

O curso de “Liderança para o Século XXI” decorreu no Casino Terra Nostra, nas Furnas, entre os dias 26 e 30 deste mês, tendo sido ministrado por uma equipa de três professores da Universidade de Harvard, dirigida pelo Professor Marty Linsky, com participação de 37 gestores do sector público e empresarial, dos Açores, Madeira e continente português.



GaCS/LFC