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sexta-feira, 12 de março de 2010

Governo promoveu acção de formação sobre “Planos de Gestão Florestal”




A Secretaria Regional da Agricultura e Florestas concluiu, esta sexta-feira, uma acção de formação sobre “Planos de Gestão Florestal”, que decorreu durante dois dias no Centro de Divulgação Florestal da Reserva Florestal de Recreio do Pinhal da Paz.

A iniciativa visa a contínua formação dos técnicos da Direcção Regional dos Recursos Florestais (DRRF) e das empresas locais com responsabilidade na elaboração e implementação destes instrumentos de ordenamento do território nos Açores.

A DRRF irá submeter este ano a concurso público a elaboração do Plano Regional de Ordenamento Florestal dos Açores (PROF), sendo que todo e qualquer plano de gestão florestal que surja após a elaboração e aprovação do PROF, terá de respeitar as orientações e os condicionalismos impostos por este plano sectorial, que deverá estar concluído no prazo de dois anos.

Este curso de formação enquadra-se no objectivo de melhorar a produtividade através da gestão sustentável da florestal da estratégia florestal Regional, fomentando assim a valorização e actualização científica a cerca de duas dezenas de técnicos da DRRF e respectivos serviços operativos, assim como técnicos do sector florestal privado ligados ao planeamento e gestão florestal.


GaCS/MS

quinta-feira, 4 de março de 2010

Governo promove técnicas alternativas de exploração florestal



Por convite da Secretaria Regional da Agricultura e Florestas encontra-se na Ilha de São Miguel, até ao dia 6 de Março, o responsável pela Divisão de Engenharia das Operações Florestais da IUFRO (International Directory of Forest Information Services) e investigador no Swiss Federal Institute of Technology, Hans Heinimann, a fim de promover a implementação de técnicas alternativas de exploração florestal na Região.

A exploração florestal dos povoamentos de criptoméria nos Açores, ocorre normalmente de 30 em 30 anos, podendo, em determinadas condições, acarretar alguns impactos ao nível da paisagem e do agravamento dos fenómenos erosivos no solo. Estes efeitos não estão estritamente relacionados com a actividade de exploração florestal, mas principalmente com as características topográficas e edáficas das estações florestais típicas dos Açores, assim como com as técnicas utilizadas para a extracção do material lenhoso.

Desta forma, no sentido de incentivar a inovação e alargar o conhecimento dos profissionais do sector e promover a modernização do parque de máquinas de exploração florestal, o Governo dos Açores pretende trazer à Região uma equipa de formadores especializados na área e respectivos equipamentos de exploração florestal, para realização de um programa de formação a decorrer nas condições locais específicas do arquipélago. Esta acção visa testar a aplicabilidade real das técnicas inovadoras nas condições próprias da Região.

Neste sentido, Hans Heinimann, em conjunto com os técnicos da Direcção Regional dos Recursos Florestas e com alguns empresários do sector florestal, irá visitar algumas áreas de exploração florestal, avaliando a possibilidade de implementação de técnicas alternativas de extracção de material lenhoso, tendo em vista a minimização dos riscos de erosão do solo e a redução dos custos associados a estas operações, visando o planeamento da acção de formação a realizar.

Esta iniciativa da Secretaria Regional da Agricultura e Florestas enquadra-se nas políticas definidas pelo Governo dos Açores para o sector florestal, nomeadamente para a melhoria da produtividade através da gestão sustentável da Floresta e da implementação de técnicas alternativas de exploração florestal, de forma a reduzir os custos de extracção da madeira, bem como minimizar os riscos de erosão do solo, para além de apoiar a modernização das empresas e a melhoria das operações de abate, colheita, movimentação, extracção, transformação e comercialização de produtos florestais.


GaCS/MS

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Governo continua a contribuir para a melhoria da competitividade das explorações agrícolas regionais



O secretário regional da Agricultura e Florestas congratulou-se, esta sexta-feira, com a evolução que as explorações leiteiras açorianas têm conseguido ao longo dos anos no sentido de se tornarem mais competitivas e responderem melhor às novas exigências dos mercados.

Em conferência de imprensa, que serviu para apresentar os resultados do resgate leiteiro levado a cabo pelo Governo dos Açores, Noé Rodrigues recordou que esta iniciativa se apresenta como “um instrumento poderoso para aprofundar a reestruturação do sector, melhorando a dimensão média das explorações e, consequentemente, aumentando a sua sustentabilidade e competitividade”.

A Secretaria Regional da Agricultura e Florestas recebeu 285 candidaturas nesta operação, sendo que foram aprovadas 174, num total de 9.935.924 quilogramas de leite resgatados.

No entanto, o governante não deixou de se mostrar satisfeito pelo facto de existirem novos pedidos de quota em toda a Região que, sem contar com as ilhas de São Miguel e Terceira, atingem quase os 20 milhões de quilogramas, “o que deixa bem claro que a actividade da produção de leite na Região continua a ser atraente e a revelar boas expectativas para os agricultores”, frisou.

Os dados revelam que, desde 1996, a área média das explorações agrícolas é superior a 15 hectares, quase duplicando, e que a produção de leite triplicou chegando, em média, aos 180 mil litros por exploração agrícola.

Para o governante, estes indicadores revelam uma “clara reestruturação do sector” com maior eficiência, produtividade e profissionalismo nas explorações, acompanhados da melhoria genética que se foi implementando nos Açores e cujos resultados positivos são reconhecidos em toda a Europa.



GaCS/MS

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Plano para 2010 prevê investimentos de 124,6 milhões de euros nos sectores agrícola e florestal



Cerca de 124,6 milhões de euros é quanto o Governo dos Açores vai investir no próximo ano no aumento da competitividade dos sectores agrícola e florestal.

Desse montante, quase metade (59,9 ME) destina-se a financiar o projecto de melhoria e desenvolvimento de infra-estruturas, que tem como principais apostas o abastecimento de água (13 ME), caminhos agrícolas (11,3 ME), infra-estruturas veterinárias (8,8 ME), caminhos rurais (6,3 ME), parques de exposições agro-comerciais (5,7 ME) e electrificação agrícola (5,3 ME).

Por sua vez, o projecto de modernização das explorações agrícolas e florestais, dotado no plano para o próximo ano com 29 milhões de euros, irá privilegiar o apoio ao investimento nas explorações agrícolas (8,8 ME).

Esta acção destina-se a pagamentos do PROAMA (de pessoas singulares e colectivas) bem como o compromisso regional de 15% relativo às medidas instalação de jovens agricultores e modernização das explorações agrícolas do PRORURAL no domínio da pecuária.

Sanidade animal (6 ME), reforma antecipada dos agricultores que cessem a sua actividade (4,1 ME), resgate de quotas leiteiras (2 ME) e experimentação e divulgação agrária (1,6 ME), vulgarização e extensão rural (1,3 ME) e diversificação agrícola (1 ME) são outras das várias acções incluídas neste projecto.

O plano para 2010 contempla ainda o projecto denominado aumento do valor dos produtos Agrícolas e Florestais, que está dotado com 36,6 milhões de euros.

Este projecto prevê acções no âmbito do apoio à indústria agro-alimentar (21 ME), regularização de mercados (7,9 ME) e apoio ao escoamento de produtos da indústria agro-alimentar (5 ME).


GaCS/FG