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quinta-feira, 18 de março de 2010

Unidades orgânicas com conservatório integrado vão poder contar com um assessor para o ensino artístico



As unidades orgânicas do sistema educativo açoriano que tenham integrado um conservatório regional vão passar a poder contar com um assessor para o ensino artístico.

Esta é uma das várias alterações que a Assembleia Legislativa introduziu hoje ao diploma que estabelece o regime de criação, autonomia e gestão das unidades orgânicas do sistema educativo regional.

Nos termos das alterações agora aprovadas, em casos de ausência do coordenador técnico ou chefe de serviços administrativos, por um período superior a 30 dias, o conselho executivo poderá proceder à substituição do mesmo.

Ao apresentar o diploma, a secretária regional da Educação e Formação, Lina Mendes, destacou também a maior abrangência que agora é dada à função do professor tutor.

Para além de prever a introdução de novos conceitos ao nível do orçamento e relatórios de avaliação, o documento dá também a possibilidade de limitar a presença em reuniões de conselho pedagógico exclusivamente aos docentes sempre que sejam abordadas matérias referentes a alunos que se revistam de natureza confidencial ou sigilosa.

Com as alterações agora introduzidas, o governo, conforme referiu a secretária da Educação e Formação, pretendeu adequar determinadas normas às necessidades actuais das escolas da Região e que resultam, sobretudo, da crescente estabilidade do corpo docente pertencente aos quadros e das alterações que entretanto se operaram por força da entrada em vigor do Estatuto da Carreira Docente da Região Autónoma dos Açores.



GaCS/FG

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Carlos César considera «injustificável» falta de explicações de Cavaco Silva



O presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, considerou hoje «injustificável» que Cavaco Silva ainda não tenha explicado o caso das escutas, depois de informações que atribuem a um seu assessor a origem deste caso

«A falta de uma explicação do Presidente da República é, a meu ver, injustificável e causa uma generalizada perplexidade», afirmou Carlos César, numa declaração à Lusa.

Para o presidente do governo regional, também líder do PS/Açores, caso se venha a confirmar o conteúdo do correio electrónico hoje divulgado, Cavaco Silva «já deveria ter demitido o seu assessor responsável pela intriga inconcebível contra o governo».

Carlos César refere-se à manchete do Diário de Notícias, segundo a qual Fernando Lima, assessor do Presidente da República, foi a fonte do Público para a notícia de que Cavaco Silva suspeitava estar a ser espiado pelo governo de José Sócrates.

«Há uma comprovada piromania política no staff do Presidente da República, a partir do qual se fomentam e dramatizam conflitos periodicamente», frisou Carlos César.





Fonte: Sol

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

«Os meus assessores também dizem estar a ser perseguidos»


O presidente do Governo Regional dos Açores diz que os seus próprios assessores lhe denunciaram «que acham que andam a ser perseguidos por uns indivíduos altos e espadaúdos», desde a «polémica do Estatuto dos Açores», informa a agência «Lusa». Logo depois Carlos César afirma que «nem confirma, nem desmente».


O líder do governo dos Açores diz mesmo que é «natural que alguns assessores do Presidente da República ajudem o PSD e que Cavaco Silva o tenha consentido».


«Acho que o PS não se deve ocupar em saber se eles andaram ou não a fazer o fantasmagórico programa da dra. Ferreira Leite. Isso não interessa nada», defendeu Carlos César.


As declarações do líder do PS/Açores surgem na sequência das recentes notícias, que deram conta que os assessores de Cavaco Silva estariam a colaborar na elaboração do programa eleitoral do PSD e nas dúvidas levantadas se os assessores do Presidente estariam a ser vigiados.



Fonte: IOL Diário