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domingo, 8 de novembro de 2009

Revista de imprensa dos Açores


A saúde genital feminina é tema de primeira página nas edições de hoje do Açoriano Oriental e Correio dos Açores, que abordam a questão a propósito de um encontro médico da especialidade realizado em Ponta Delgada.


Açoriano e Correio citam o director do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital de Ponta Delgada, Carlos Ponte, afirmando o primeiro que "Cuidados primários falham na saúde genital" e o segundo que o "Cancro do colo do útero é preocupante na Região".


O Correio destaca, também, que o Hotel do Mar fechou na Povoação (S. Miguel) e que o seu proprietário, Feliciano Soares, procura novos parceiros.


No Açoriano fazem outras manchetes um inquérito indicando que "micaelenses não associam uso medicinal (das águas termais) a mais-valias económicas" e a revista realizada pela Polícia Judiciária no aeroporto de Ponta Delgada à equipa do Desportivo de Chaves, que joga hoje com o Santa Clara em encontro da Liga de Honra.


O Diário Insular destaca uma entrevista com o pneumologista Ângelo Andrade com a qual se pretende "desmistificar a Gripe A" e uma reportagem alusiva ao tecido empresarial da ilha Terceira.


Fonte: AO

sábado, 3 de outubro de 2009

Rastreio do cancro do colo do útero vai começar em breve


O rastreio do cancro do colo do útero vai começar "em breve" nos Açores, abrangendo uma população de 108 mil mulheres, revelou hoje o secretário regional da Saúde, Miguel Correia.

O programa da rastreio, que incluirá mulheres entre 25 e 64 anos, deverá estar "concluído dentro de três anos", acrescentou Miguel Correia, que falava na abertura das XII Jornadas Regionais Patient Care.

Na sua intervenção, o titular da pasta da Saúde no executivo regional salientou ainda que já está em curso o rastreio do cancro da mama, tendo sido já rastreadas cerca de 4.200 mulheres nas ilhas de S. Miguel, Santa Maria, Terceira, Flores e Corvo.

Miguel Correia abordou ainda a questão da falta de médicos na região, recordando que o rácio nos Açores é inferior à média nacional.

Nesse sentido, admitiu que "continua a ser um desafio a fixação de novos profissionais nestas ilhas, em particular da especialidade de medicina geral e familiar".

"A região disponibiliza um incentivo à fixação de médicos de medicina geral e familiar que, ao fim de cinco anos, representa um acréscimo de cerca de 100 mil euros ao vencimento base", afirmou.

"Temos tentado todos os meios, e não vamos desistir", acrescentou o secretário regional da Saúde.


Fonte: DN