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quinta-feira, 11 de março de 2010

Novos médicos de família nos Açores



Seis médicos terminaram, na passada sexta feira, a formação específica em medicina geral e familiar e vão, agora, integrar os quadros das unidades de saúde da Região.

Dois desses médicos vão para o Centro de Saúde da Horta, um para a Povoação, um para Vila Franca do Campo, um para Angra do Heroísmo e outro para a Praia da Vitória.

Os médicos que agora são integrados nos serviços de saúde passam a ter lista própria de utentes, o que significa que são mais nove mil açorianos, no mínimo, que passam a ter médico de família.

Na época de Junho/Julho, outros dois médicos, também de medicina geral e familiar, prestam provas e deverão ser colocados no Centro de Saúde de Nordeste.

O secretário regional da Saúde sublinha que é importante a formação de médicos nos Açores, uma vez que acabam por integrar os quadros das unidades de Saúde da Região.


GaCS/RC

quinta-feira, 4 de março de 2010

Governo fixa número máximo de incentivos a conceder à fixação de médicos de medicina geral e familiar




O Governo dos Açores fixou em 66 o número máximo de incentivos a conceder, durante o corrente ano, à fixação de médicos da área de medicina geral e familiar em zonas onde são carenciados.

A decisão consta de um despacho do secretário regional da Saúde, hoje publicado em Jornal Oficial, e contempla 11 centros de saúde e duas unidades de saúde do arquipélago, qualificados por Miguel Correia como “particularmente carenciados” nesse domínio.

O número máximo de incentivo a atribuir pelas várias unidades carenciadas distribui-se pelos centros de saúde de Ponta Delgada (20), Angra do Heroísmo (12), Ribeira Grande (5), Santa Cruz das Flores (3), Horta (3), Santa Cruz da Graciosa (3), Vila do Porto (3), Praia da Vitória (2), Vila Franca do Campo (2), Nordeste (2) e Povoação (2) e pelas unidades de saúde das ilhas do Pico (5) e de S. Jorge (3).

Ao abrigo da legislação em vigor, o secretário da Saúde poderá ainda determinar casuisticamente, mediante proposta devidamente fundamentada que concretize a existência de especiais e acrescidas carências, uma percentagem sobre o acréscimo ao vencimento previsto na alínea a) do artigo 4.º do Decreto Regulamentar Regional n.º 25/2007/A, de 19 de Novembro.

Esse acréscimo ao vencimento será de 40% os centros de saúde de Ponta Delgada e de Angra do Heroísmo e de 20% para o Centro de Saúde da Ribeira Grande, determina o mesmo despacho.

O diploma refere ainda que qualquer proposta apresentada de atribuição de incentivos “deve ter presente que os encargos com os mesmos são suportados pelas unidades de saúde onde os médicos abrangidos exerçam funções”.

Destinado a vigorar unicamente durante o ano de 2010, este despacho poderá, no entanto, “ser expressamente prorrogado, até à aprovação e vigência de despacho da mesma natureza em ano subsequente, sem prejuízo de eventual revisão extraordinária, durante o ano, em caso de alteração substancial e superveniente da situação actual”.


GaCS/FG

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Médico dos Açores no Haiti


Um médico do Centro de Saúde da Praia da Vitória, vai integrar uma missão humanitária da ONU de ajuda ao Haiti.

A sua deslocação foi autorizada, de imediato, pelo secretário regional da Saúde, tendo em conta o fim a que se destina: o auxílio às populações vitimas do sismo naquele país das Caraíbas.

O médico em causa, juntamente com um enfermeiro de Vila Nova de Gaia, integra uma missão da Organização Pan-americana da Saúde, através da Associação Saúde em Português.

A sua partida para o Haiti está prevista para as onze horas de quarta-feira, depois de uma reunião que decorrerá em Coimbra onde serão definidos os pormenores da missão.

No despacho que autoriza a dispensa do serviço do médico em causa, o secretário da Saúde sublinha que a cooperação neste âmbito é imperiosa e nesse sentido o Serviço Regional de Saúde associa-se à iniciativa que visa o reforço das equipas locais.

A dispensa é concedida por um período de 30 dias.

Esta é já a décima-segunda missão humanitária em que este médico participa.


GaCS/RC

sábado, 5 de dezembro de 2009

Médicos Veterinários são essenciais para garantir a saúde pública




O secretário regional da Agricultura e Florestas considerou “essencial” o trabalho dos médicos veterinários para garantir a saúde pública “porque o lóbi central da sua actividade passa pela prevenção das doenças dos animais que se transmitem aos homens, da segurança alimentar e das questões que dizem respeito à protecção ambiental, nomeadamente aos resíduos”.

Palavras de Noé Rodrigues na sessão de encerramento do seminário “Saúde pública veterinária na saúde pública nos Açores”, que decorreu em Ponta Delgada, organizado pela Delegação Regional dos Açores da Ordem dos Médicos Veterinários.

Na altura, o governante recordou que existe nos Açores uma realidade económica e social dominada pela existência média do efectivo pecuário superior, em média, a 250 mil cabeças, “determinando que a actividade agro-pecuária seja fundamental e estratégica para o crescimento económico da Região e para o rendimento das famílias açorianas”.

Face ao efectivo pecuário existente, o Governo dos Açores canalizou os esforços para a qualificação deste sector de actividade, começando pela formação dos produtores de forma a serem mais eficientes e no reforço do saber e do número de técnicos que acompanham a actividade agro-pecuária nos Açores.

Noé Rodrigues salientou que nos últimos anos, o Governo dos Açores tem conseguido um aumento significativo do número de médicos veterinários nos quadros da Função Pública, recordando também que as câmaras municipais não se podem alhear das suas responsabilidades com a saúde pública.

A terminar, Noé Rodrigues destacou o trabalho da Delegação dos Açores da Ordem dos Médicos Veterinários que, com mais esta iniciativa, “trouxe aos açores a aos profissionais desta actividade elementos que servem para melhorar os seus conhecimentos e desempenhos”.

Noé Rodrigues deixou ainda uma palavra de “apreço e gratidão” pelo trabalho desenvolvido por Odete Dourado, em prol dos Açores e dos médicos veterinários, numa altura em que se despede da presidência da Delegação dos Açores da Ordem dos Médicos Veterinários.



GaCS/MS

sábado, 3 de outubro de 2009

Rastreio do cancro do colo do útero vai começar em breve


O rastreio do cancro do colo do útero vai começar "em breve" nos Açores, abrangendo uma população de 108 mil mulheres, revelou hoje o secretário regional da Saúde, Miguel Correia.

O programa da rastreio, que incluirá mulheres entre 25 e 64 anos, deverá estar "concluído dentro de três anos", acrescentou Miguel Correia, que falava na abertura das XII Jornadas Regionais Patient Care.

Na sua intervenção, o titular da pasta da Saúde no executivo regional salientou ainda que já está em curso o rastreio do cancro da mama, tendo sido já rastreadas cerca de 4.200 mulheres nas ilhas de S. Miguel, Santa Maria, Terceira, Flores e Corvo.

Miguel Correia abordou ainda a questão da falta de médicos na região, recordando que o rácio nos Açores é inferior à média nacional.

Nesse sentido, admitiu que "continua a ser um desafio a fixação de novos profissionais nestas ilhas, em particular da especialidade de medicina geral e familiar".

"A região disponibiliza um incentivo à fixação de médicos de medicina geral e familiar que, ao fim de cinco anos, representa um acréscimo de cerca de 100 mil euros ao vencimento base", afirmou.

"Temos tentado todos os meios, e não vamos desistir", acrescentou o secretário regional da Saúde.


Fonte: DN