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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Médico dos Açores no Haiti


Um médico do Centro de Saúde da Praia da Vitória, vai integrar uma missão humanitária da ONU de ajuda ao Haiti.

A sua deslocação foi autorizada, de imediato, pelo secretário regional da Saúde, tendo em conta o fim a que se destina: o auxílio às populações vitimas do sismo naquele país das Caraíbas.

O médico em causa, juntamente com um enfermeiro de Vila Nova de Gaia, integra uma missão da Organização Pan-americana da Saúde, através da Associação Saúde em Português.

A sua partida para o Haiti está prevista para as onze horas de quarta-feira, depois de uma reunião que decorrerá em Coimbra onde serão definidos os pormenores da missão.

No despacho que autoriza a dispensa do serviço do médico em causa, o secretário da Saúde sublinha que a cooperação neste âmbito é imperiosa e nesse sentido o Serviço Regional de Saúde associa-se à iniciativa que visa o reforço das equipas locais.

A dispensa é concedida por um período de 30 dias.

Esta é já a décima-segunda missão humanitária em que este médico participa.


GaCS/RC

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Parlamento açoriano manifesta profundo pesar pela catástrofe que atingiu a República do Haiti

O Parlamento açoriano expressou hoje o seu “profundo pesar pela catástrofe” que atingiu a República do Haiti, lamentando “a gigantesca perda de vidas humanas” causada pelo terramoto do passado dia 12.

Num voto de pesar aprovado por unanimidade, a Assembleia Legislativa dos Açores manifesta também aos sobreviventes da tragédia a sua “total solidariedade” e reafirma o “seu apoio às operações de socorro, salvamento e reconstrução”.

Subscrito por todos os partidos com assento parlamentar e lido pelo próprio presidente do Parlamento, o voto sublinha ainda o facto desta catástrofe assumir “uma dimensão muito mais dramática por se tratar de um dos países mais pobres do planeta, cuja população vê agora as condições da sua existência se agravarem, tornando-se ainda mais precárias e difíceis pela ausência completa dos mais básicos factores de sobrevivência como abrigo, alimentação, água e assistência médica”.

O documento refere igualmente que “o Povo Açoriano, que conhece bem, até por experiência própria, o efeito devastador deste tipo de fenómenos naturais, agravado pelo contexto insular, não pode deixar de lamentar sentidamente as vítimas e se sentir interpelado a demonstrar a sua solidariedade aos sobreviventes”.

Recorde-se, a propósito, que o Governo Regional atribuiu na semana passada 100.000 euros à Assistência Médica Internacional (AMI), uma organização não governamental com estatuto jurídico de fundação privada, apolítica e sem fins lucrativos.

Com aquele donativo, o Governo açoriano quis aderir ao espírito de solidariedade e de intervenção humanitária preconizado pela AMI, nomeadamente no auxílio às vítimas do sismo que abalou a República do Haiti.


GaCS/FG

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Governo atribui 100 mil euros à AMI para apoio às vítimas do sismo no Haiti

O Governo Regional, através de despacho, acaba de atribuir 100 mil euros à AMI-assistência médica internacional- uma organização não governamental com estatuto jurídico de fundação privada, apolítica e sem fins lucrativos.

Com este donativo, o Governo açoriano vem aderir ao espírito de solidariedade e de intervenção humanitária preconizado por esta associação, nomeadamente no auxilio às vítimas do sismo que abalou o Haiti esta semana.

A AMI já enviou uma primeira equipa de reconhecimento àquele país das Caraíbas e seguir-se-á o envio duma missão com uma equipa médica de auxílio às populações. O sismo de Terça-feira atingiu o grau 7 na escala de Richter e provocou uma destruição sem paralelo naquela região. O número de mortos e feridos ainda é indeterminado e estima-se que milhares de pessoas se encontrem debaixo dos escombros na capital Port au Prince. O país, um dos mais pobres do mundo, está totalmente dependente da ajuda exterior para enfrentar as consequências desta catástrofe.

Recorde-se que a AMI, com 20 anos de experiência como organização humanitária, assumiu desde a sua fundação como áreas prioritárias de intervenção a luta contra a pobreza, a exclusão social, o subdesenvolvimento, a fome e as sequelas da guerra e das catástrofes naturais.

A actuação da AMI procura dignificar a humanidade sem distinção em função do credo religioso, raça, posição social ou ideologia política.

Nesta perspectiva, a AMI obteve o reconhecimento nacional e internacional, sobretudo através das suas missões e do desenvolvimento de técnicas e métodos de intervenção em situações de crise.


GaCS/SF