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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Quebra de 8,6% nas dormidas nos Açores até Agosto


O número de dormidas nos estabelecimentos de hotelaria tradicional dos Açores recuou 8,6% entre Janeiro e Agosto deste ano, face ao período homólogo de 2008, segundo dados divulgados hoje pelo Serviço Regional de Estatística (SREA).

Nos primeiros oito meses de 2009, os hotéis, residenciais e pousadas açorianas registaram um total acumulado de 752.000 dormidas, menos cerca de 71.000 que entre Janeiro e Agosto do ano anterior.

Com excepção de Fevereiro todos os meses verificaram quebras de dormidas, particularmente acentuadas em Julho e Agosto - de 158 para 136.000 e de 184 para 162.000, respectivamente.

Em S. Miguel, a ilha açoriana com maior procura turística, o número de dormidas registado nos primeiros oito meses do ano baixou de 571 para 520.000, indicam os dados do SREA.

Segundo a mesma fonte, na Terceira os hotéis, residenciais e pousadas verificaram uma quebra de dormidas de 114 para 105.000, enquanto no Faial a quebra foi de 69 para 61.000.


segunda-feira, 27 de julho de 2009

Camas açoreanas todas ocupadas até Setembro


A quase totalidade das camas disponíveis nos Açores está ocupada desde Junho e é difícil encontrar uma livre até final de Setembro, confirma a Associação de Turismo Rural

"A crise não se tem feito sentir, os nossos associados têm as casas praticamente todas ocupadas", afirmou o presidente da associação, Eduardo Carreiro, em declarações à Lusa. "Estamos praticamente lotados desde final de Maio, princípio de Junho, e esta situação mantém-se nas casas dos nossos associados até final de Setembro", acrescentou.

Eduardo Carreiro admitiu que, "no início do ano, registou-se uma quebra sensível" na procura de casas de turismo rural, mas frisou que a situação "está ultrapassada".

A Associação de Turismo Rural dos Açores conta com meia centena de associados, que disponibilizam cerca de 600 camas em oito das nove ilhas do arquipélago. A ilha do Corvo, a mais pequena e distante do arquipélago, é a única que não tem turismo rural.

Em S. Miguel existem 20 casas, no Faial 12 e oito no Pico, enquanto a Terceira tem quatro, S. Jorge possui três e as ilhas das Flores, Graciosa e Santa Maria uma cada.

Segundo Eduardo Carreiro, os principais clientes são alemães e ingleses, mas salientou que "há casas com mais portugueses e outras onde são quase todos estrangeiros".


Em meio a crise, turismo rural nos Açores tem alta ocupação


O turismo rural nos Açores não parece estar sendo afetado pela crise internacional, já que quase todos os hotéis disponíveis estão ocupados desde junho. Além disso, é difícil encontrar uma cama livre até o final de setembro.

“A crise não se tem feito sentir, os nossos associados têm as casas praticamente todas ocupadas”, afirmou Eduardo Carreiro, da Associação de Turismo Rural dos Açores, em declarações à Agência Lusa.
Carreiro disse que, “no início do ano, registrou-se uma quebra sensível” na procura por casas de turismo rural, mas frisou que a situação “está ultrapassada”.
A associação conta com meia centena de membros, que disponibilizam cerca de 600 camas em oito das nove ilhas do arquipélago.
A ilha do Corvo, a menor e mais distante do arquipélago, é a única que não tem turismo rural.Segundo Carreiro, a maioria dos turistas é composta por alemães e ingleses, acrescentando que “há casas com mais portugueses e outras onde são quase todos estrangeiros”.
“Não existe um padrão, o que resulta da diversidade das casas e também da diferença entre cada uma das ilhas”, afirmou.
Característica comum entre os clientes das casas de turismo rural é, segundo ele, “o cansaço dos hotéis e a procura de algo diferente”.
Nesse sentido, ele frisou que “não há duas casas iguais”, o que permite uma grande escolha aos potenciais clientes.


Fonte: LUSA