Mostrar mensagens com a etiqueta Alberto Jardim. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Alberto Jardim. Mostrar todas as mensagens

sábado, 30 de janeiro de 2010

Carlos César chama "ridículos" os argumentos de Jardim


Carlos César criticou alguns dos argumentos utilizados por Alberto João Jardim para defender o aumento de transferências de verbas para a Madeira na Lei das Finanças Regionais, dizendo que são «completamente ridículos».


«Não quero ofender Alberto João Jardim, mas alguns argumentos são completamente ridículos», disse o presidente do PS/Açores e presidente do governo regional açoriano, em Ponta Delgada, de acordo com a Lusa.


De acordo com a agência noticiosa, em relação aos custos da custos da orografia, Carlos César disse que se trata de uma questão que «já foi ultrapassada graças a acção de Alberto João Jardim, que furou montanhas e fez túneis em todos os lados».


«Nós temos portos e aeroportos que exigem um grande manancial financeiro para o funcionamento e são afectados periodicamente por tempestades. Não há comparação possível», disse, defendendo: «Não tem comparação possível o gasto em despesas correntes na Madeira e nos Açores».


«É uma diferença que deve fazer pensar Alberto João Jardim. Devia pensar porque gasta o seu governo tanto em despesas correntes, acima do que me parece razoável», afirmou. «Se poupasse um pouco mais nas despesas correntes, talvez não precisasse de ter mais na Lei das Finanças Regionais», apontou.


Fonte: IOL

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Carlos César lembra que não é possível comparar despesas dos Açores e da Madeira



Depois de Alberto João Jardim ter criticado as baixas transferências do OE para a Madeira, Carlos César lembrou que os sobrecustos nos Açores são superiores aos da Madeira.



O presidente do Governo Regional dos Açores considerou que é um escândalo comparar as necessidades e custos da Região Autónoma que dirige com a Madeira, algo que só pode acontecer por «ignorância e má-fé».


Reagindo a declarações do líder do Governo Regional madeirense que considerou escandalosamente baixas as verbas do Orçamento de Estado para a Madeira, Carlos César disse não perceber como alguém pode pensar que os «sobrecustos dos Açores são iguais aos da Madeira».


«Não quero dizer que a Madeira tem um problema de excesso na despesa, mas o que quero dizer é que para se atingirem os mesmos objectivos nos Açores temos de investir muito mais», acrescentou durante uma visita a Bruxelas, onde se encontrou com Durão Barroso.


Na quarta-feira, Alberto João Jardim apelou à intervenção do Presidente da República depois de saber as verbas que o Governo pretende transferir para a Madeira.


Para o líder do Governo Regional madeirense, os habitantes da Madeira estão a ser tratados como portugueses de terceira, relativamente aos açorianos.



Fonte: TSF

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

PS Açores lamenta «a figura triste» de Ferreira Leite



O presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, afirmou esta quarta-feira de estranhar o silêncio de Manuela Ferreira Leite sobre as reacções de Alberto João Jardim ao caso da utilização de uma viatura oficial durante uma acção de campanha do PSD na Madeira.

«Estranhamente, quando promove, de modo sistemático, o assassínio de carácter de vários políticos do nosso país, quando se mostrou revoltada e até chocada pelo facto do ministro da Economia ter feito um diabinho, agora, perante o verbalismo anglófono do senhor conselheiro de Estado Alberto João Jardim, não se sentiu corada, nem asfixiada», afirmou Carlos César, referindo-se à líder nacional do PSD.

O presidente do executivo regional, também líder do PS Açores, lamentou «a figura triste» que a presidente do PSD protagonizou durante a recente visita à Madeira, não só porque abusou do poder», utilizando um carro oficial para fazer campanha eleitoral, mas também por não ter reagido às afirmações do presidente do governo madeirense.

Para Carlos César, que falava no parlamento dos Açores, ao contrário do que diz a líder social-democrata, «não há asfixia democrática no país», mas sim, «cada vez menos oxigénio no PSD neste combate eleitoral».

Carlos César referiu ainda, a propósito de autonomia regional, que tem da líder nacional do PSD a mesma ideia que tinha o antigo presidente do governo, Mota Amaral, há uns anos atrás, ou seja, que «ela é tão autonomista hoje como não o era no passado, quando foi ministra das Finanças e quando pertenceu ao governo de Cavaco Silva».





Fonte: IOL Diário

Carlos César repudia alusões a “asfixia democrática” nos Açores


Carlos César repudiou hoje veementemente alusões do PSD local a uma “asfixia democrática” nos Açores. O presidente do governo regional, numa sessão da Assembleia Legislativa, devolveu ao maior partido da oposição as acusações feitas, sublinhando que, no tempo em que ele próprio se encontrava na oposição, eram incomparavelmente inferiores os direitos que lhe eram concedidos no parlamento regional.

O governante açoriano confessou ter ouvido, “com perplexidade”, a líder nacional do PSD falar de autonomia e de “asfixia democrática”, dizendo pensar de Ferreira Leite, a propósito de autonomia, “o que dr. Mota Amaral pensava dela e do professor Cavaco Silva há uns anos atrás, ou seja, que ela é tão autonomista hoje como não o era no passado, quando foi ministra das Finanças e quando pertenceu ao governo de Cavaco Silva.

”
César disse ainda ter pena que Ferreira Leite “se tenha sujeitado, sem qualquer dimensão de Estado, a fazer a figura triste que fez na sua visita recente à região autónoma da Madeira”, criticando a líder social-democrata não só por abusar do poder, utilizando um carro oficial para fazer campanha eleitoral, como por não reagir a afirmações inusitadas do presidente do governo madeirense. “Estranhamente, quando promove, de modo sistemático, o assassínio de carácter de vários políticos do nosso país, quando se mostrou revoltada e até chocada pelo facto do ministro da Economia ter feito um diabinho, agora, perante o verbalismo anglófono do senhor conselheiro de Estado Alberto João Jardim, não se sentiu corada, nem asfixiada”, lamentou César.

O presidente do governo regional, respondendo a perguntas dos deputados, assegurou que é sempre a favor de revisões justas da Lei das Finanças das Regiões Autónomas desde que elas não prejudiquem os Açores. “Dar mais a uma Região sem dar mais, na proporção devida, à outra, é prejudicar os Açores. Dar mais à Madeira, não dando mais aos Açores, é prejudicar o princípio de justiça e dos sobrecustos que representa governar, viver e ter economia nos Açores. E é isso que está em causa.”


domingo, 9 de agosto de 2009

Legislativas: PS/Açores acusa Ferreira Leite de querer rever finanças regionais para "fazer um favor" a Jardim


O PS/Açores acusou ontem Manuela Ferreira Leite de pretender rever a Lei de Finanças Regionais caso chegue a primeira-ministra, alegando que a líder social-democrata "tem que fazer um favor" a Alberto João Jardim, presidente do executivo regional da Madeira.

"Manuela Ferreira Leite já disse que, se o PSD for Governo, vai rever a Lei das Finanças Regionais. Tem que fazer um favor a Alberto João Jardim, isso é óbvio", afirmou Ricardo Rodrigues, cabeça de lista do Partido Socialista pelo círculo dos Açores nas legislativas de Setembro.

O candidato socialista, que falava na inauguração da sede de campanha em Ponta Delgada, dedicou a quase totalidade do seu discurso a enumerar o que considerou ser as vantagens que a Região conseguiu com o governo de José Sócrates e as desvantagens que poderá trazer um executivo liderado por Ferreira Leite.

"Votar PS é continuar a defender os Açores, votar PSD é ter novamente um garrote financeiro", frisou.

A Lei das Finanças Regionais e o Estatuto Político-Administrativo dos Açores foram os dois exemplos utilizados por Ricardo Rodrigues para demonstrar as diferenças que existem entre os dois maiores partidos.

Nesse sentido, Ricardo Rodrigues afirmou que o PSD votou contra a Lei das Finanças Regionais "que, pela primeira vez, estabeleceu uma discriminação positiva entre os Açores e a Madeira", e absteve-se na votação do Estatuto Político-Administrativo.

No seu discurso, Ricardo Rodrigues criticou também Berta Cabral, líder do PSD/Açores, que acusou de não ter peso político suficiente para defender os interesses da região perante o seu partido a nível nacional.

"Berta Cabral não tem o poder necessário para influenciar o PSD nacional", afirmou.


Fonte: Expresso