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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Marido ciumento arrisca 25 anos de cadeia


O Ministério Público (MP) pediu, esta quarta-feira, no Tribunal de Ponta Delgada, uma pena de 25 anos para o marido da mulher assassinada a tiro em Outubro de 2008, na ilha de S. Miguel. O homem é acusado de ter morto a mulher com um tiro na cabeça «em conjugação de esforços» com mais cinco arguidos, de acordo com «um plano previamente delineado». Para os restantes arguidos, o MP pediu penas de 10, 20 e 22 anos.


Durante o julgamento, que se iniciou na terça-feira, o marido da vítima negou a autoria do crime, afirmando que «o tiro foi disparado por outro» dos arguidos neste processo.


O caso remonta a 04 de Outubro de 2008, quando, de acordo com a acusação, o marido da vítima terá matado a mulher com um tiro na cabeça no Parque Florestal do Pinhal da Paz, nos arredores da cidade de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel. A vítima, mãe de três menores e residente em Rabo de Peixe, no concelho da Ribeira Grande, terá sido introduzida à força numa viatura antes de iniciar o dia de trabalho.


Ainda segundo a acusação, o alegado homicida e a vítima estavam casados desde 1996, mas encontravam-se em processo de divórcio, na sequência de «constantes discussões» e «agressões físicas e psíquicas», alegadamente originadas por o marido «ser muito ciumento».


A leitura do acórdão está marcada para o dia 02 de Março, no Tribunal de Ponta Delgada.


Fonte: IOL

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

14 homens julgados nos Açores por abuso de menina de 12 anos


O Tribunal de Ponta Delgada começa, esta segunda-feira, a julgar 14 homens, com idades entre os 20 e os 80 anos, acusados de abusar sexualmente de uma rapariga de 12 anos, com atraso mental, entre Julho de 2006 e Outubro de 2007.
De acordo com a acusação do Ministério Público, citada pelo Jornal de Notícias, os arguidos tanto aliciavam a vítima com ofertas de cigarros e dinheiro, como a ameaçavam física e psicologicamente.
Os abusos prolongaram-se durante 13 meses, até que o caso chegou ao conhecimento da Comissão de Protecção de Menores, que denunciou à PSP.
Nenhum dos arguidos está sujeito a prisão preventiva – apenas um deles, acusado de ter abusado da menor por mais de 20 vezes, está obrigado a apresentações semanais na esquadra da PSP.
Segundo um relatório psiquiátrico, a menor sofre de um atraso mental que, entre outras consequências, lhe retira a capacidade de inventar factos.


Fonte: abola