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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Carlos César reafirma que a qualidade é o grande desafio das actividades produtivas açorianas



“Os tempos mudaram, as batalhas são outras, os desafios são muito mais exigentes e a qualidade dos nossos empresários agrícolas é também muito maior.”

Foi assim que o Presidente do Governo dos Açores deu o mote para um breve discurso essencialmente virado para a reafirmação da necessidade de as actividades produtivas regionais apostarem, decisivamente, na melhoria da qualidade das suas produções.

Falando no decorrer da entrega de prémios do contraste leiteiro, cerimónia integrada nas comemorações do Dia do Agricultor, promovidas pela Associação Agrícola de S. Miguel – que reuniu mais de quatro mil pessoas na Feira de Santana –, Carlos César começou por felicitar os premiados, dizendo que os galardões vêm provar que são já elevados os níveis de competência e de exigência na agricultura açoriana, embora seja necessário apostar ainda mais na qualidade.

“Na verdade, se nos últimos anos nós conseguimos, claramente, avançar, no sentido do sucesso, na batalha da quantidade – na qual nos impusemos nos mercados e por via da qual também melhorámos o rendimento dos nossos agricultores –, a verdade é que o desafio da qualidade é um desafio que exige mais de nós”, acentuou.

Para Carlos César, “essa qualidade é o que nos permitirá uma imagem de marca, uma distinção positiva nos mercados, quando tudo indica que haverá uma tendência para a sua liberalização e para uma comercialização desprotegida.”

Assim, a protecção será a da qualidade e a da distinção, não só perante os consumidores, mas também perante as indústrias transformadoras, pois, como fez questão de sublinhar, “já lá vai o tempo em que bastava produzir e esperar pelo consumidor.”

O Presidente do Governo disse esperar que o contraste leiteiro seja progressivamente generalizado a todos os lavradores e que estes se distingam, cada vez mais, “quer a nível dos Açores, quer no âmbito nacional ou mesmo para além das nossas fronteiras, como empresários de qualidade, conscienciosos e com direito a fazerem parte, pela sua abnegação, qualidade e competência, do êxito das actividades produtivas da Região.”

Insistindo na ideia que enformou a toda a sua intervenção, Carlos César repetiu que é imprescindível ganhar a batalha da qualidade, de pouco servindo a quantidade.

“É este o grande desafio que nós temos pela frente, particularmente no sector agrícola, mas em geral em todas as actividades económicas e produtivas da nossa Região”, concluiu.

Na ocasião, o Presidente do Governo felicitou a Associação Agrícola de S. Miguel pela distinção de que foi hoje alvo por parte da Cruz Vermelha Portuguesa – que lhe atribuiu uma medalha de ouro na sequência do donativo de cem mil euros daquela associação em favor das vítimas do sismo do Haiti – afirmando que o gesto dos agricultores açorianos havia evidenciado ainda mais a sua generosidade e o seu espírito solidário.


GaCS/CT

sábado, 8 de maio de 2010

Ilha do Pico é exemplo na produção de qualidade



A ilha do Pico tem sido, nos últimos anos, um exemplo de evolução positiva em todas as suas actividades agrícolas, “quer na qualidade do que se tem produzido e principalmente na competência dos seus agricultores”.

A revelação foi feita pelo Secretário Regional da Agricultura e Florestas que presidiu, em representação do Presidente do Governo, à cerimónia de inauguração da Feira Agro-Pecuária do Pico, que decorre até ao dia 9 de Maio.

Com a realização deste evento, o Governo dos Açores pretende realçar as capacidades produtivas da ilha, as suas potencialidades na agro-pecuária, na bovinicultura de leite e de carne e mesmo na diversificação como a viticultura, floricultura, fruticultura e mesmo na apicultura.

Para o governante, a realização da Feira Agro-Pecuária do Pico, é sinónimo da “grande capacidade de mobilização que os agricultores e os seus dirigentes têm para unir as suas energias, reagir às adversidades e vencer com sucesso os novos desafios”.

Noé Rodrigues mostrou ainda o desejo de que este espírito empreendedor fosse contagiante a todas as demais organizações da economia regional “fazendo todas elas, um esforço para vencer os novos desafios e colocar a Região na senda do desenvolvimento sustentado”.

Pretende-se ainda que este evento seja um encontro e uma grande exposição de pendor agro-pecuário e do agro-comercial, onde os produtores picoenses têm a possibilidade de evidenciar o seu labor e a capacidade produtiva da ilha do Pico, como um território de elevado potencial agrário e rural, diferenciando-a pela sua dinâmica, pelo seu favorável carácter para a diversidade produtiva e comprovando-se a sua nobre aptidão para a bovinicultura, seja de leite ou de carne.

A realização destas feiras serve ainda para promover um encontro anual para os agricultores e suas famílias onde, de uma forma descontraída, têm a oportunidade de se reunir, confraternizar, bem como promover e valorizar os seus produtos, avaliando-se os melhores, nos mais diversos concursos, contribuindo-se também para o progresso e para a modernização da actividade agrária da ilha.



GaCS/MS

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Organizações que não apostaram na qualidade não estão preparadas para vencerem no futuro



O Director Regional de Apoio ao Investimento e à Competitividade disse hoje, em Ponta Delgada, que as “organizações que não apostaram de forma estratégica na qualidade não estarão, seguramente, preparadas para actuarem e vencerem no futuro”.

Arnaldo Machado fez esta afirmação na cerimónia de abertura do seminário “Qualidade, Crescimento e Desenvolvimento Económico”, a cuja cerimónia de abertura presidiu, esta manhã, em representação do Secretário Regional da Economia.

Segundo referiu, a aposta na qualidade, num curto espaço de tempo, “deixará de ser um factor de diferenciação para constituir uma questão de sobrevivência das empresas no mercado”.

O director regional reforçou também a ideia de que uma política para a qualidade “não pode nunca ser encarada como um custo para as organizações”, devendo antes ser vista como “um importante instrumento de gestão e uma componente insubstituível de toda a acção de mudança”.

Na opinião de Arnaldo Machado, o nível de competitividade exigido pelo espaço económico em que estamos inseridos requer que as empresas “façam uma opção decisiva pela qualidade, integrando capacidade de inovação, sofisticação de gestão, recursos humanos especializados, tecnologias adequadas às exigências actuais e produtos de alta qualidade, com imagem de marca”.

“Uma cultura para a qualidade é pois uma exigência do nosso desenvolvimento”, sustentou ainda o director regional, adiantando “temos de promover uma nova atitude para a mudança, para a inovação e para o desenvolvimento sustentado”, por forma a garantirmos “o equilíbrio entre a vertente económica, a componente social e o ambiente”.

Arnaldo Machado defendeu ainda ser necessário continuar a trabalhar para que a qualidade “seja uma presença assegurada na nossa sociedade, articulando-se com políticas sectoriais adequadas que contribuam de forma eficaz para o nosso desenvolvimento e proporcionem melhor qualidade de vida aos cidadãos”.

O seminário “Qualidade, Crescimento e Desenvolvimento Económico”, que decorre hoje no auditório do Laboratório Regional de Engenharia Civil, em Ponta Delgada, é uma iniciativa da Secretaria Regional da Economia, através da Direcção Regional de Apoio ao Investimento e à Competitividade, em colaboração com o Instituto Português da Qualidade.

Tendo como principal objectivo promover a Qualidade, enquanto factor estratégico de competitividade, o evento possibilitará, igualmente, perspectivar as políticas públicas e os instrumentos de apoio à Qualidade disponíveis, numa visão de futuro, envolvendo todos os que se empenham e assumem na sua liderança o caminho da Qualidade e do desenvolvimento sustentável.



GaCS/FG

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Governo promove sessão de divulgação sobre prémio “Igualdade é Qualidade”



A Secretária Regional do Trabalho e Solidariedade Social preside no dia 14 deste mês, pelas 16H30, na sede da empresa Nova Gráfica, na Fajã de Baixo, em São Miguel, à sessão de divulgação do prémio “Igualdade é Qualidade” – 2010 e de reconhecimento à empresa Nova Gráfica, pela Menção Honrosa obtida na edição de 2009 do referido Prémio.

A iniciativa conta ainda com a presença da Directora Regional da Igualdade de Oportunidades, da presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) e de representantes do tecido empresarial micaelense.

O prémio “Igualdade é Qualidade” promovido pela CITE, em parceria com a CIG, é uma distinção de prestígio que tem por objectivo combater a discriminação e promover a igualdade entre mulheres e homens no trabalho, no emprego e na formação profissional, bem como a conciliação da vida profissional, familiar e pessoal.

O prémio distingue empresas e entidades que realizam ou promovem acções positivas na área da igualdade de género e divulga casos e medidas exemplares que neste âmbito tenham sido desenvolvidas por aqueles organismos, informando e sensibilizando gestores e público em geral para a natureza dessas medidas e para a importância destas questões. Além disso, visa, igualmente, criar exigência junto do público consumidor no sentido da preferência por bens e serviços produzidos com qualidade total, o que implica o cumprimento da legislação aplicável, nomeadamente em matéria de igualdade entre mulheres e homens.


GaCS\SM

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Governo reitera a sua aposta na Qualidade e Inovação das empresas nos Açores



O assessor coordenador para os Assuntos Económicos e Cooperação Externa da Presidência do Governo Regional sublinhou hoje, em Ponta Delgada, a importância das empresas, face aos desafios do futuro, acederem ao actual sistema de incentivos no âmbito do SIDER para a Qualidade e Inovação.

Na cerimónia de entrega à empresa AZOR PLAN – Consultores de Planeamento e Arquitectura, S.A., do certificado da APCER – Associação Portuguesa para a Certificação, José Luís Amaral referiu que o executivo açoriano implementou em 2006 uma estratégia para a Qualidade, no arquipélago, tendo criado um decreto regulamentar regional (26 de 2007/A de 19 de Novembro) que confere aos empresários um enquadramento legal para usufruírem dos sistemas de incentivos da Qualidade e da Inovação.

Salientou que os incentivos, em vigor, para a implementação de sistemas de gestão pela Qualidade e Inovação estão disponíveis para todas as empresas que pretendam investir naquelas áreas, antecipando assim a sua estratégia para a resolução dos seus problemas num futuro mais próximo.

Adiantou, também, que 75 por cento das fontes de inovação estão nas empresas e os restantes 25 por cento permanecem nas universidades.

Na área da Qualidade e Segurança Alimentar, José Luís Amaral afirmou que o Governo Regional tem desenvolvido um longo trabalho junto das empresas e disse que o que, há alguns anos atrás, eram apenas recomendações, a partir de 2006, passaram a ser medidas obrigatórias.

Este responsável sustenta que através da certificação nas áreas da Qualidade e da Inovação, as empresas podem gerir melhor a sua produtividade e aumentar a sua competitividade, advogando que o que hoje é um factor de diferenciação, amanhã poderá ser um problema de sobrevivência.

Recorde-se que a APCER é a Entidade Portuguesa representante da rede internacional de entidades certificadoras IQNet (The International Certification Network) o que permite o reconhecimento internacional das entidades certificadas pela APCER.



GaCS/CM