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quinta-feira, 18 de março de 2010

Declarada a utilidade pública da Associação para o Estudo do Ambiente Insular



Um despacho do presidente do Governo, hoje publicado em Jornal Oficial, declara a utilidade pública da Associação para o Estudo do Ambiente Insular, com sede na Rua Recreio dos Artistas, n.º 45, freguesia da Sé, concelho de Angra do Heroísmo.

A decisão é justificada por Carlos César com o facto daquela associação constituir-se actualmente “como um agente participativo na valorização da sociedade açoriana e um parceiro da Administração Regional e Local no que diz respeito à divulgação da cultura científica e à promoção dos valores e consciência ambientais”.

No seu despacho, o chefe do executivo lembra ainda que a Associação para o Estudo do Ambiente Insular “tem evidenciado como objectivo o desenvolvimento do conhecimento científico e a promoção do interesse público através da valorização da qualidade do serviço prestado”.

A pessoa colectiva em causa “tem cooperado com a Administração Pública Regional e tem actuado com a consciência da sua Utilidade Pública, demonstrando que se dedica ao bem-estar da comunidade em geral”, argumenta ainda o presidente do Governo.

Fundada em 30 de Abril de 2002, a Associação para o Estudo do Ambiente Insular tem como objecto o exercício e a promoção de actividades no campo do ambiente, qualidade, gestão e conservação do ambiente e a formação, reciclagem e actualização das entidades que o solicitem.

Visa ainda contribuir para o apoio ao sistema oficial de ensino e formação profissional na Região Autónoma dos Açores, apoiar o surgimento de novas profissões ligadas às ciências da terra, contribuir para a dinamização do tecido empresarial e apoiar o desenvolvimento da sociedade da informação e do conhecimento.


GaCS/FG

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Associação apela ao recenseamento dos imigrantes nos Açores para acabar com "invisibilidade política"


A Associação dos Imigrantes nos Açores (AIPA) lançou hoje a campanha 'Quem não vota, não conta', que pretende sensibilizar os cidadãos estrangeiros para a importância do recenseamento eleitoral, que lhes permite uma participação mais activa na vida política.

No arquipélago dos Açores vivem mais de cinco mil cidadãos estrangeiros em situação legal, num total de 44 nacionalidades, mas apenas estão inscritos 46 nos cadernos eleitorais.

Para a AIPA, esta situação resulta numa "invisibilidade política" da comunidade imigrante, que se traduz num "gigantesco défice de participação".

Com a realização desta campanha, a AIPA espera aumentar para cerca de 1.500 o número de cidadãos estrangeiros recenseados nos Açores, especialmente brasileiros e cabo-verdianos, que são as principais comunidades imigrantes no arquipélago.

A campanha vai apostar no contacto directo com os imigrantes, estando prevista a distribuição de panfletos informativos directamente nas residências, além da realização de cinco sessões de esclarecimento.

Para facilitar o recenseamento eleitoral dos cidadãos estrangeiros, a AIPA também contactou todas as juntas de freguesia dos Açores, no sentido de as sensibilizar para a importância desta campanha.


Fonte: Expresso