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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Diploma que simplifica o PROENERGIA entra amanhã em vigor nos Açores




As alterações introduzidas em Janeiro último ao PROENERGIA, com vista a simplificar aquele sistema de incentivos à produção de energia a partir de fontes renováveis, entram amanhã em vigor nos Açores.

Por iniciativa do Governo, a Assembleia Legislativa dos Açores reformulou a 20 de Janeiro o PROENERGIA com a finalidade de promover uma maior penetração das energias não poluentes junto das empresas e das famílias açorianas.

Para além desburocratizar procedimentos, o novo diploma reduz para 1.000 euros o limite do investimento mínimo exigido às empresas, altera o limite máximo do apoio (que passou para 50% das despesas elegíveis até um máximo de 5.000 euros) e remove o limite de venda à rede pública de excedentes de autoconsumo, no caso da produção de electricidade.

Nos termos deste novo diploma, hoje publicado em Jornal Oficial, os projectos candidatos a apoio deverão envolver investimentos na exploração de recursos energéticos renováveis para microprodução de energia eléctrica ou calorífica, utilizando recursos endógenos, ou investimentos na utilização do recurso solar térmico e bombas de calor para produção de águas quentes

São susceptíveis de apoio no âmbito deste programa os projectos destinados essencialmente ao autoconsumo promovidos por pequenas e médias empresas, incluindo empresários em nome individual, e por cooperativas, associações sem fins lucrativos, pessoas singulares e condomínios.

Para efeitos de apoio, são consideradas elegíveis as despesas com a aquisição e montagem dos equipamentos essenciais à realização do projecto e com a adaptação de instalações, incluindo a adaptação ao cumprimento de normas ambientais e de segurança, até um limite de 10% do investimento elegível.

O PROENERGIA foi criado no Verão de 2006 com o objectivo de maximizar a utilização de energias renováveis por parte das empresas e das famílias.


GaCS/FG

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Renováveis garantiram 26% da energia nos Açores em 2009


Um quarto da produção da eléctrica açoriana EDA no ano passado foi assegurado por energias renováveis, através de centrais geotérmicas, hídricas e eólicas, revelam os dados da empresa, a que a Lusa teve acesso.

Segundo os dados da EDA as centrais geotérmicas, hídricas e eólicas representaram cerca de 26% da produção da Electricidade dos Açores (EDA) em 2009.
A geotermia, que apenas é explorada em Portugal na Ilha de S. Miguel, garantiu 19,5% da electricidade produzida nos Açores, tendo as centrais hídricas e eólicas assegurado uma participação conjunta de 6,5% do total.

A restante produção foi assegurada por centrais térmicas clássicas, baseadas na utilização de gasóleo e fuelóleo.

Os dados da EDA indicam também que em 2009 se registou nos Açores um aumento de consumo de electricidade de 0,4% relativamente ao ano anterior.

O comércio e serviços absorveram 44,5% do consumo total, os usos domésticos 33,9% e os industriais 16,8%.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

PROENERGIA tem regras mais simplificadas para favorecer a penetração das energias renováveis

A Assembleia Legislativa dos Açores aprovou hoje, por proposta do Governo, a simplificação do sistema de incentivos à produção de energia a partir de fontes renováveis (PROENERGIA) com a finalidade de promover a penetração das energias não poluentes junto das empresas e das famílias açorianas

Para além da desburocratização de procedimentos, as alterações hoje aprovadas visam a redução para 1.000 euros do limite do investimento mínimo exigido às empresas, a alteração do limite máximo do apoio, que passa para 50% das despesas elegíveis até um máximo de 5.000 euros, e a remoção do limite de venda à rede pública de excedentes de autoconsumo, no caso da produção de electricidade.

Ao apresentar o diploma, o secretário regional do Ambiente e do Mar disse ser intenção do Governo “focalizar este programa essencialmente nas energias renováveis, premiando os sistemas que tenham uma maior eficiência do ponto de vista da captação da energia solar ou de outra qualquer forma de energia renovável, eliminando os sistemas que estão baseados em fontes de gás de petróleo liquefeito”.

Para além de ser atractivo do ponto de vista financeiro, o programa é de acesso fácil e está voltado essencialmente para “melhorar a penetração dos sistemas de colectores solares e de bombas de calor”, explicou Álamo Meneses.

Nos termos deste diploma, os projectos candidatos a apoio deverão envolver investimentos na exploração de recursos energéticos renováveis parta microprodução de energia eléctrica ou calorífica, utilizando recursos endógenos, ou investimentos na utilização do recurso solar térmico e bombas de calor para produção de águas quentes.

São susceptíveis de apoio no âmbito deste programa os projectos destinados essencialmente ao autoconsumo promovidos por pequenas e médias empresas, incluindo empresários em nome individual, e por cooperativas, associações sem fins lucrativos, pessoas singulares e condomínios.

Para efeitos de apoio, são consideradas elegíveis as despesas com a aquisição e montagem dos equipamentos essenciais à realização do projecto e com a adaptação de instalações, incluindo a adaptação ao cumprimento de normas ambientais e de segurança, até um limite de 10% do investimento elegível.

O PROENERGIA foi criado no Verão de 2006 com o objectivo de maximizar a utilização de energias renováveis por parte das empresas e das famílias.


GaCS/FG

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Projecto Green Islands apresentado na Expo Energia 2009




A Expo Energia 2009, subordinada ao tema “Decidir o Futuro da Energia em Portugal: Compromissos e Apostas para a Liderança nas Renováveis”, realiza-se nos dias 17, 18 e 19 de Novembro no núcleo central do Taguspark, em Oeiras.

Este é o evento de referência e estruturante para o sector da energia em Portugal, onde serão analisados e discutidos, durante três dias, temas como o rumo do sector energético, as melhores apostas a prosseguir em matéria de investimentos e de investigação e desenvolvimento na área da energia, os desafios colocados pelas energias renováveis, novas tecnologias e redes inteligentes, responsabilidade e eficiência energética nas cidades e construção sustentável, entre muitos outros.

O Director Regional da Energia e o Administrador Delegado da ARENA, apresentam, no primeiro dia da conferência, no âmbito da sessão subordinada ao tema o Rumo do Sector Energético em Portugal, um trabalho intitulado “A Reestruturação do Sector Energético na Região Autónoma dos Açores: o Projecto Green Islands”. Mais informações sobre este evento podem ser encontrada em
http://www.ambienteonline.pt/conferencias/expoenergia2009


GaCS/SF/SRAM