A Secretária Regional da Solidariedade Social considerou hoje “fundamental”, numa sociedade inclusiva, a visibilidade do fenómeno da doença mental, aliada à capacidade clínica e social de acolher e lidar com os doentes mentais.
“É importante conviver e contactar, desde a infância, com os cidadãos portadores de distúrbios mentais ou neurológicos”, frisou Piedade Lalanda, para quem o estigma associado à doença mental levou muitas famílias a ter dificuldades em partilhar as suas dificuldades com os outros.
A Secretária Regional, que falava no encerramento do II Roteiro de Saúde Mental da Região Autónoma dos Açores, em Ponta Delgada, considerou ainda “importante e fundamental” o reforço do papel das associações em projetos de promoção da empregabilidade, no âmbito do mercado social de emprego, dando como “exemplos de sucesso” as empresas de inserção Associação Aurora Social e Kairós.
“Esta é, sem dúvida, uma área de inclusão em que o Governo dos Açores está empenhado”, assegurou Piedade Lalanda, acrescentando ser intenção do Executivo regional “fomentar as sinergias entre as instituições”, em prol do “bem-estar dos cidadãos”.
Por outro lado, Piedade Lalanda salientou que o Governo dos Açores pretende melhorar o acesso a equipamentos para as pessoas dependentes e cuidadores.
No âmbito destas ajudas técnicas, os pedidos dos cidadãos que delas necessitam serão centralizados, aumentando assim a sua acessibilidade, seja ao nível das cadeiras de rodas, camas articuladas ou outras.
Nesse sentido, salientou que está em curso a construção de um centro que irá integrar duas instituições vocacionadas para o apoio a pessoas com perturbações neurológicas e o projeto do centro de paralisia cerebral.
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GaCS
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