sábado, 12 de maio de 2012

Governo trabalha afincadamente para que empresas e famílias ultrapassem a atual conjuntura


O Governo dos Açores “não deixou nem deixará de trabalhar afincadamente para concretizar as políticas económicas necessárias a dotar a economia da nossa Região dos instrumentos necessários para melhor ultrapassarmos este momento, nem deixará de igualmente estender a mão aos que mais precisam e aos que maiores dificuldades estão a sentir com a atual conjuntura”, defendeu hoje, em Ponta Delgada, a Secretária Regional da Economia.

Luisa Schanderl, que falava na abertura da Feira Lar, Campo e Mar, que se realiza por ocasião das Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, recordou que “se encontram concluídas importantes reformas legislativas referentes à função reguladora de certas atividades económicas da administração regional”, caso do SIDER, do licenciamento comercial e industrial, do regime de apoio ao microcrédito, entre outros. Estas alterações, disse, “inserem-se num objetivo mais amplo do Governo dos Açores ao nível da desburocratização, simplificação e modernização administrativa e de aproximação da administração pública ao cidadão”.

A Secretária Regional da Economia garantiu o empenho do Governo dos Açores para a manutenção e desenvolvimento dos instrumentos de apoio financeiro relacionados com o urbanismo comercial, recordando que o executivo regional “tem colaborado com outras entidades, nomeadamente com a Câmara do Comércio e Indústria dos Açores e com a Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada, na concretização de diversas iniciativas, sobretudo relacionadas com a dinamização das atividades económicas nos centros urbanos”.

Segundo Luisa Schanderl, “é exemplo deste esforço de cooperação o projeto Revit Comércio, o qual foi objeto de assinatura de protocolo subscrito entre a Secretaria Regional da Economia e as associadas da Câmara do Comércio e Indústria dos Açores e, naturalmente, a Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada, no sentido de investir para revitalizar e criar dinâmicas proactivas das micro e pequenas empresas, num cenário económico menos favorável. Importa realçar que este projeto contempla uma série de iniciativas, desde ações promocionais, incentivos ao consumidor, atividades de animação, entre muitas outras, num plano de intervenção a ser desenvolvido por um período de tempo superior a um ano, e não concentrado numa época específica”.

No entanto, acrescentou, “há algo a que o Governo dos Açores não se pode substituir, na vontade dos nossos empresários em investir, e essa parece-me inatacável, e na disponibilidade das instituições bancárias em financiarem os projectos que, felizmente, continuam a aparecer. Porque não nos basta ter os melhores sistemas de incentivos do país e os melhores empresários. A cada um, a cada instituição cabe o seu papel na economia regional. E só se cada um continuar a cumprir bem o seu papel é que poderemos garantir a retoma económica da nossa Região”.

De fato, disse, por exemplo, “se o SIDER é por todos reconhecido como tendo as melhores taxas de incentivos do país, há algo que não pode nem deve, nem lhe podem pedir que seja, que é o único e exclusivo financiador da atividade económica dos Açores”.


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GaCS

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