
A propósito de um conjunto de declarações do CDS/PP sobre a promoção turística dos Açores, nomeadamente no que se refere ao que aquele partido designa por “ilhas mais pequenas” e porque as mesmas enfermam de um conjunto significativo de incorrecções, vem a Secretaria Regional da Economia esclarecer o seguinte:
1 – Foi por obra do Governo dos Açores que se iniciou o maior serviço que podia ser prestado às “ilhas mais pequenas” ao nível da mobilidade interna regional, nomeadamente através, entre outras medidas, da criação de um serviço público de transporte sazonal marítimo de passageiros e viaturas, além do conhecido programa 60+ nos transportes aéreos, que só por si são responsáveis pela circulação de dezenas de milhares de turistas entre as ilhas do arquipélago, em especial nas de menor dimensão;
2 – As mais recentes estatísticas demonstram também que não são verdade as afirmações do CDS/Açores sobre uma alegada tendência de descida nas ilhas de menor dimensão uma vez que o número de dormidas até ao passado mês de Setembro, em comparação com o ano passado, tem aumentado em todas as ilhas da Coesão, à excepção de Santa Maria. Este facto comprova-se pelas subidas registadas em S. Jorge (mais 456 dormidas), na Graciosa (mais 761 dormidas), e nas Flores (mais 1755 dormidas);
3 – Como é do conhecimento público, a promoção turística da Região assenta nos produtos turísticos existentes em todo o arquipélago, como são os casos do mergulho, passeios a pé ou observação de cetáceos, entre vários outros, e não na promoção desta ou daquela ilha;
4 – O principal problema com que o sector do turismo regional se confronta actualmente está bem identificado. Reside nas medidas duramente penalizadoras que têm sido adoptadas pelo Governo da República, do qual o CDS/Açores por vezes finge não fazer parte, e que estão a provocar uma forte quebra no mercado nacional. O que o Governo dos Açores tem feito para contornar este facto é o reforço da promoção nos mercados internacionais.
GaCS







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