
Os secretários regionais da Agricultura e Florestas e do Ambiente e do Mar, visitaram os trabalhos da última fase da beneficiação do caminho de acesso à Fajã do Calhau que consta da pavimentação e drenagens, colocação de redes de protecção em taludes e requalificação da linha de água.
Nesta visita, Noé Rodrigues e Álamo Meneses reuniram-se ainda com representantes da Junta de Freguesia local e da Associação Amigos da Fajã do Calhau para analisar o decurso das obras e os benefícios que este investimento público vai trazer para aquela localidade.
Nas áreas envolventes ao caminho tem sido promovida a introdução de várias espécies da flora açoriana, por sementeira directa, hidrossementeira e plantação, sendo que até ao momento foram intervencionados 27,5 hectares de terreno e plantadas cerca de 22 mil plantas de espécies endémicas (bracel da rocha, faia, ginja do mato, louro, pau branco, queiró, urze, uva da serra, vidália e erva leiteira).
No local foram também construídos 80 ninhos para abrigo de cagarros, sendo que alguns foram ocupados como consta da monitorização efectuada pelos serviços oficiais naquela zona.
O acesso à Fajã do Calhau sempre foi feito directamente a partir de Água Retorta, através de trilhos pedonais existentes, num trajecto que demorava mais de 1h30m a percorrer e condicionado ao estado do tempo.
Este acesso, que depois de melhorado passou a ser feito por viaturas, passou a constituir alternativa à subida de uma falésia com 300 metros de altitude, numa tarefa penosa principalmente para quem transportava as colheitas provenientes dos terrenos da Fajã do Calhau.
Actualmente já é possível verificar na fajã do a recuperação de terrenos que se encontravam abandonados e que estão novamente a produzir vinha, hortícolas e fruta, beneficiando do microclima existente no local.
GaCS







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