
O plano regional, integrado no Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social, apresentado esta tarde em Angra do Heroísmo, prevê, segundo a directora regional da Solidariedade e Segurança Regional, “ uma mobilização da sociedade civil para a reflexão dos factores e contextos em que se desenvolve a nossa sociedade”
Isabel Berbereia, que falava à margem do colóquio “Açores: Uma Reflexão Sobre a Pobreza e o Desenvolvimento Social”, a que presidiu em representação da Secretária Regional do Trabalho e Solidariedade social, retida em São Miguel devido ao nevoeiro que impediu as ligações aéreas, explicou que a Região “tem algumas linhas definidas para o futuro relativamente a programas que estão a ser desenvolvidos e elaborados e que se perspectivam continuar depois de 2010”.
A União Europeia pretende durante este ano, a nível europeu, recolher junto das comunidades dos diversos países propostas de programas e projectos que poderão posteriormente ser promovidos em projectos internacionais que se desenvolvam até 2017 ou 2020. A garantia da directora regional é de que “os Açores querem associar-se a esse movimento e dar os contributos, na sequência das necessidades daquilo que a sociedade for reconhecendo como importante para o seu desenvolvimento”.
Neste momento, uma das prioridades a nível regional é a de “percebermos quais são as nossas maiores fragilidades e que grupos carecem de maior atenção”, referiu.
Como maiores preocupações, Isabel Berbereia, sublinhou “o envelhecimento populacional que exige aos serviços, instituições e entidades dirigentes medidas muito concretas”, mas também o emprego, factores relacionados com a educação e a promoção da formação profissional e da requalificação de activos.
As crianças estão também incluídas nas prioridades da directora regional, que lembrou que “são elas que asseguram o futuro dos Açores”.







Sem comentários:
Enviar um comentário